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(Florianópolis, SC), 14º. Tabaroa (Bichinho, MG), 15º. Santo Grau (Coronel Xavier, MG), 16º. Sapucaia Velha (Pindamonhangaba, SP), 17º. Weber Haus Reserva Especial (Ivoti, RS), 18º. Dona Beja (Araxá, MG), 19º. Serra Preta (Alagoa Nova, PB), 20º. Rochinha 12 anos (Barra Mansa, RJ).
Samba & Cana e a vicecampeã Vale Verde. Na categoria Premium, para marcas requintadas, a campeã foi GRM e a vicecampeã foi Piragibana.
No período colonial, entre os anos de 1500 e 1822, a cachaça tornou-se símbolo da resistência ao colonialismo imposto por Portugal. Esteve presente em diversos movimentos, principalmente na Inconfidência Mineira, no século XVIII, que tinha por objetivo a luta contra a sanha tributária imposta pela Metrópole e a busca pela liberdade.
No final do século XX, na década de 1980, no período de declínio do regime militar, teve início processo que culminou com a valorização da bebida mais popular do Brasil. As classes média e alta, enfim, resolveram valorizar a caninha. Houve expansão do consumo no mercado interno e externo, propiciando aumento da produção e o surgimento de milhares de marcas em todo o território nacional.
A questão legal referente ao registro da marca Havana é objeto de discussão administrativa junto ao INPI, órgão federal que concede o registro de marcas e patentes no território nacional. Diversas autoridades irmanadas com a causa vêm fazendo gestão junto ao INPI no sentido de resgatar a marca Havana em favor da família de Anísio Santiago. A expectativa do resgate da marca Havana é grande e será de grande importância para a cachaça artesanal brasileira, uma vez que a bebida faz parte da cultura brasileira, e a cachaça Havana é considerada o maior ícone da bebida do país.
Levando em conta o aumento da competitividade em todos setores da economia, a marca é importante instrumento do negócio de qualquer empresa. Segundo o consultor de marketing, Roberto Monti, “O consumidor desenvolve preferências por marcas e criam expectativas em torno dela”. A marca é elo de ligação entre empresa e consumidor. O registro de marca cria identidade permanente de um produto no mercado.
o Prates, por meio do Decreto Municipal nº. 3.728/2006, reconheceu a marca Havana, ícone das marcas produzidas no município, como Patrimônio Cultural Imaterial de Salinas, em face de sua história, qualidade e notoriedade no mercado brasileiro e no exterior. Por meio do decreto, fato inédito no Brasil, o poder executivo municipal reconheceu o feito espetacular do produtor Anísio Santiago, empresário rural que conseguiu dar credibilidade e alto conceito de qualidade em todo o território nacional e no exterior da mais importante e genuína bebida brasileira: a cachaça.
Apreciadores de uma boa cachaça resolveram realizar uma viagem especial batizada de “Expedição Anísio Santiago” aos municípios de Salinas e Novorizonte, norte de Minas, para conhecer a fazenda Havana onde é produzida a famosa cachaça Anísio Santiago/Havana. Para eles a fazenda Havana é uma espécie de reduto sagrado da legítima cachaça brasileira. “A cachaça ali produzida é uma bebida lendária. Quem gosta de uma cachaça de qualidade deve um dia visitar a fazenda Havana e conhecer um pouco da história de Anísio Santiago e do legado que deixou”, diz o advogado Américo.
Os três amigos saíram de Ribeirão Preto no dia 22 de outubro logo pela manhã e percorreram cerca de mil quilômetros com suas possantes motos de mil cilindradas até o destino tão almejado. Ao anoitecer chegaram a Montes Claros, principal cidade da região e porta de entrada do sertão norte-mineiro, onde se encontraram com o bloguista que aqui vos escreve para um bate papo sobre a cachaça de Salinas e a história de Anísio Santiago, e, claro, para um merecido descanso para no outro dia seguir viagem até o destino traçado.
Dia seguinte, logo pela manhã, céu nublado, com suas possantes motos percorreram o último trecho de 210 quilômetros que faltava pela BR-251 que separa Montes Claros da capital da cachaça, Salinas. A viagem foi rápida, cerca de uma hora e meia. Ao chegarem, logo se encontraram com Osvaldo Santiago, filho e sucessor de Anísio Santiago e seguiram para a fazenda Havana. A tão sonhada viagem estava se materializando. O cansaço era visível, mas todos alegres e satisfeitos.
Chegaram na fazenda Havana lá pelas onze horas da manhã. Acharam a região muito bonita, no sopé da serra dos Bois, distante 14 quilômetros de Salinas. A estrada vicinal que adentra pela fazenda é linha divisória entres os municípios de Salinas e Novorizonte. Gostaram do que viram. Nada lembrava as grandes fazendas de cana do interior de São Paulo. Muito pelo contrário, o canavial de cana, muito pequeno por sinal, se encontrava em sintonia perfeita com o ambiente ao redor, escondido entre as colinas e morros da fazenda.
Conhecer o alambique foi ponto alto da visita. Tudo muito simples, mas muito funcional. Constataram que tudo ali tinha uma história de vida, a história de Anísio Santiago (1912-2002), que projetou aquela fazenda nos mínimos detalhes e que continua com a família desde a década de 1940. Tudo continua o mesmo desde quando faleceu em 2002. Osvaldo Santiago, diz que “Tudo aqui permanece como ele deixou. Não vamos mudar nada. O método de produção da Anísio Santiago/Havana é o mesmo”. Extasiados, provaram da cachaça no momento da fabricação. Prosearam com Osvaldo Santiago e tiraram muitas fotos.






volta ao mercado brasileiro.
nos diversos jornais e revistas do país.

co pela decisão de produzir cachaça. Até então somente haviam poucas marcas de cachaça em Salinas, a Havana (1943) do produtor Anísio Santiago, Piragibana (1955?) do produtor Nei Corrêa, dentre outras. De olho no sucesso das duas marcas Valdete Romualdo foi insistente e o negócio deu certo. Tanto que na primeira safra toda a produção foi vendida.
mportante região produtora de cachaça artesanal de qualidade na atualidade em todo o território brasileiro. Hoje são mais de 50 marcas e produção anual de mais de 5 milhões de litros.

(Stand da cachaça Boazinha e Seleta)
(Stand da APACS)
(Caminhão Chevrolet Loadmaster 1947, da família de Anísio Santiago)
(Stand da cachaça Havana-Anísio Santiago e Canarinha)
(Stand da cachaça Havana-Anísio Santiago e Canarinha)
(Stand da cachaça Asa Branca e Cachoeira)
(Stand da cachaça Sabor de Minas)
(Stand da cachaça Sabor de Salinas)
(Caminhão Chevrolet Loadmaster 1947, da família de Anísio Santiago. Um dos primeiros veículos a circular em Salinas na segunda metade do século XX)
(Stand da cachaça Indaiazinha, Beija-Flor e Salivana)
(Stand da APACS)
Coisa Fina
Até Reagan e Fidel provaram da marvada de seu Anísio
Entre os municípios de Salinas e Novorizonte, em Minas Gerais, está localizada a fazenda Havana. Olhando de fora da cerca, o canavial e o engenho parecem simples, mas ali é produzida uma cachaça venerada País afora e até no exterior: a Anísio Santiago, conhecida também por seu nome inicial, Havana (no início dessa década, a empresa Havana Club, que registrou o nome, impediu o uso da marca).
O criador da cachaça, Anísio Santiago, nasceu em 1912. Quando jovem, trabalhou como carpinteiro, tropeiro e motorista. Em 1942, comprou a fazenda e começou a produzir. Cinco anos depois, as garrafas ganharam o rótulo Havana e passaram a ser distribuídas pela região. O negócio prosperou. Logo Anísio começou a vender para o norte de Minas e sul da Bahia, inspirando outros produtores a seguir o seu caminho. Na década de 1970, Salinas já era um das maiores produtoras de cachaça artesanal do País.
Anísio Santiago morreu em 2002, ma seu legado continua. Os herdeiros produzem a iguaria e mantém a receita a sete chaves. A cachaça que já foi provada por presidentes tão díspares com Ronald Regan (EUA) e Fidel Castro (Cuba), custa cerca de 160 reais.
Atualmente, existem 50 marcas de cachaça na região, totalizando 5 milhões de litros por ano. Salinas é uma das 10 maiores economias do norte mineiro. Em 2006, foi responsável por mais de 45% do ICMS arrecadado no ramo de cachaça do Estado.
Pesquisa divulgada pela Fundação João Pinheiro (FJP) sobre o crescimento acelerado do emprego com carteira assinada no interior de Minas Gerais desbanca a Região Central, tendo em vista que municípios de regiões da Zona da Mata, Noroeste, Jequitinhonha e Norte de Minas estão se beneficiando com o crescimento econômico acima da média do estado, no período de 2000 a 2006.
De um universo de 66 microrregiões no Estado, seis tiveram crescimento econômico maior que a média do Estado que foi de 4,9%. As microrregiões são: Pedra Azul (10,4%), Janaúba (10,8%), Capelinha (10,8%), Mantena (10,8%), Grão Mogol (11,6%) e Salinas (12,4%), tendo os municípios pólos das microrregiões os carros chefes do crescimento econômico.
A microrregião de Salinas teve o principal destaque da pesquisa, com taxa de crescimento de 12,4% do emprego formal. O destaque para a região Norte de Minas (Janaúba, Grão Mogol e Salinas) deve-se ao resultado efetivo das políticas públicas de Minas para áreas mais vulneráveis tendo em vista que o governo mineiro tem estratégia de reduzir desigualdades regionais incentivando e fomentado investimentos.
Fonte: Minas Gerais, 03/07/2008, pág. 3.


Salinas, ao longo das últimas décadas, se tornou no maior produtor nacional de cachaça artesanal. Atualmente, a produção anual gira em torno de cinco milhões de litros sendo comercializada em todo o país e no exterior sob mais de 60 marcas, algumas de renome nacional e internacional. A marca ícone do município e região é a Anísio Santiago-Havana, reconhecida Patrimônio Cultural Imaterial de Salinas por meio do Decreto Municipal nº. 3.728/2006. É considerada a mais tradicional e emblemática marca de cachaça artesanal do mercado brasileiro. Também é de Salinas o maior produtor nacional de cachaça artesanal sob as marcas Boazinha e Seleta, do empresário Antônio Eustáquio Rodrigues. As marcas de Salinas estão presentes nas principais gôndolas de supermercados e cachaçarias de todo o país. Marcas tradicionais como a Asa Branca, Beija-Flor, Brinco de Ouro, Canarinha, Cubana, Indaiazinha, Lua Cheia, Piragibana, Sabor de Minas, Salineira, Salivana, dentre outras, são muito conhecidas junto ao consumidor mineiro e brasileiro.
As evidências do sucesso da cachaça de Salinas são muitas. Recentemente, a revista PLAYBOY (edição de abril de 2007), elegeu sete marcas de Salinas entre as vinte melhores do país: Anísio Santiago-Havana (2º. Lugar), Canarinha (3º. Lugar), Boazinha (6º. Lugar), Piragibana (10º. Lugar), Indaiazinha (12º. Lugar), Lua Cheia (16º. Lugar) e Seleta (18º. Lugar). As eleitas representam 35% das marcas escolhidas pelo júri da conceituada revista.
Outra evidência da força da cachaça de Salinas está na arrecadação de ICMS, imposto sobre circulação de mercadorias e serviços, de competência estadual. O ICMS é um excelente indicador para mensuração da atividade
econômica, pois permite fazer correlação com outros setores da economia. Permite, ainda, fazer análise sobre aspectos da formalidade e informalidade do setor.
Dados obtidos na Receita Estadual/MG revelam que Salinas vem aumentando a sua participação no agronegócio da cachaça mineira. A participação na arrecadação de ICMS no território mineiro vem aumentando a cada ano: 2000 (7,19%), 2001 (11,68%), 2002 (10,79%), 2003 (9,73%), 2004 (8,59%), 2005 (15,82%), 2006 (46,41%) e 2007 (45,67%). Os dados da arrecadação de ICMS evidenciam, de forma inequívoca, que Salinas talvez seja o único município mineiro que possui cadeia produtiva de cachaça consolidada. O volume de produção, a variedade de marcas e arrecadação de ICMS são fatores que demonstram tal evidência.
Poucas cidades brasileiras possuem símbolo que reflete a economia e cultura local. Salinas possui a cachaça como símbolo de sua vocação econômica e cultural. A genuína bebida brasileira ali produzida está cada vez mais cobiçada pela sua qualidade, tradição e variedade de marcas. Maria das Vitórias Cavalcanti, presidente do Programa Brasileiro de Desenvolvimento da Cachaça (PBDC), em depoimento para o livro O Mito da Cachaça Havana-Anísio Santiago (2ª. edição, 2007: 292 páginas) afirma que “É indiscutível a importância da região de Salinas para o desenvolvimento do mercado da cachaça no Brasil e no exterior. A busca dos produtores da região em desenvolver marcas e produto de qualidade diferenciada colocou Minas Gerais na liderança da produção de cachaça artesanal no Brasil”.
O processo de expansão e diversificação da economia brasileira ao longo das últimas décadas vem forjando e incrementando atividades econômicas de produtos típicos da cultura do Brasil no mercado com forte impacto nas economias locais. Neste aspecto, através de diversos fatores como clima, solo, conhecimento e tradição, Salinas vem promovendo o seu desenvolvimento sócio-econômico e ocupando espaço no mercado interno e externo através de bebida que expressa parte da cultura e identidade brasileira: a cachaça.
Informação sobre o evento: www.festivalmundialdacachaca.com.br




Asa Branca, Beija-Flor, Indaiazinha, Canarinha, Monte Alto, Lua Cheia, Salineira, Seleta, Cubana, Boazinha, Sabor de Minas, Salinas, Artista, Fabulosa, Peladinha, Erva Doce, Terra de Ouro, dentre outras, tem o reconhecimento do consumidor brasileiro pela ótima qualidade.


irreversível na década de 1960.
. São contos eróticos muito bem elaborados. O livro ainda traz a capa do artista plástico João Rodrigues. Portanto, o Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros convida a todos os seus membros para prestigiarem o lançamento do livro de Amelina Chaves. O evento acontecerá no Automóvel Clube de Montes Claros, às 20 horas, do dia 5 (cinco) de março. 



da Cachaça, evento que faz sucesso nacional e vem atraindo turistas de todo o país e do exterior ávidos por conhecer a famosa cachaça produzida no município.
sto de competência estadual, é um excelente indicador sobre o perfil econômico de municípios e regiões.
eral no sentido de promover a recuperação de matas e reservas florestais, além de manter a viabilidade econômica de suas propriedades.

A Receita Federal realizou no dia 19 de outubro (sexta-feira), no mercado central de Montes Claros, Norte de Minas Gerais, fiscalização para combater a falsificação e a venda de cachaça sem o selo do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), de competência federal. Foram apreendidas mais de 2.700 garrafas, causando protesto geral de vários comerciantes que possuem barracas especializadas em bebidas, principalmente a cachaça.
O fato é que a ação da Receita Federal é bem vinda no sentido de coibir a falsificação que é uma realidade neste segmento econômico e vem proteger o bom produtor e comerciante da bebida. Ressalta-se que comerciante e distribuidor devem sempre buscar adquirir a cachaça ou qualquer outro tipo de bebida diretamente com o produtor evitando intermediários inescrupulosos que buscam o lucro fácil com marca alheia.
Estima-se que no Brasil existam, atualmente, mais de 5 mil marcas. Em Minas Gerais, maior produtor de cachaça artesanal, são cerca de mil marcas. Nos últimos anos o padrão de qualidade vem melhorando não só em qualidade como na sofisticação das embalagens. Entretanto, o mercado clandestino da bebida ainda é grande e possibilita a falsificação e a venda do produto sem identificação ou origem causando prejuízo ao mercado legal e, principalmente, ao consumidor.






Foto: Mauro Holanda.
Avenida de acesso ao centro de Salinas.








Crédito das fotos: Melissandro Giovanni (www.netkripton.com.br).

Fonte dos dados: SEF/MG.
O Governo de Minas autorizou, no dia 18 de janeiro, a reforma agrária de 1.585 hectares de terras rurais públicas no município norte-mineiro de Rio Pardo de Minas, localizado na microrregião de Salinas. A decisão vai beneficiar cerca de 800 famílias, que terão cessão por 12 anos, a um custo anual de apenas 3% sobre o valor da terra nua.
O contrato foi assinado pela Secretaria Extraordinária para Assuntos de Regorma agrária (Seara), Instituto Estadual de Florestas (IEF), Instituto de Terrras do Estado de Minas Gerais (Iter) e a Cooperativa da Fazenda Santa Maria de Agricultores de Rio Pardo de Minas (Coopersam).
Mais informações, clique no título acima e leia a matéria na íntegra no portal Minas On Line.











O eleitor brasileiro, no primeiro turno das eleições de 2006, realizado ontem, deu show de maturidade e serenidade ao determinar o segundo turno. De forma clara e objetiva deu o seu recado aos dois candidatos favoritos à presidência da República: Lula e Alckmim. Quer mudanças já! Não há espaço para jogatinas políticas. A seriedade e o zelo pela coisa pública deve ser tratada com responsabilidade e maturidade pelos governantes, seja qual for ele. Depois dos episódios do mensalão, sanguessuga e dossiê, o eleitorado já não está permitindo candidatos descompromissados. Tanto, que quase metade dos deputados federais envolvidos com o episódio sanguessugas não foram reeleitos à Câmara Federal.
O recado a Lula foi dado de forma clara e objetiva no sentido de que deve mudar, imediatamente, a sua postura e o seu rumo político como governante deste país, caso reeleito. Ao opositor Alckmim, se eleito for, no segundo turno, que saiba entender a mensagem das urnas.
Constata-se que, a cada eleição, o brasileiro está aprendendo a votar com consciência, sem se deixar vender por falsas ilusões de políticos pouco compromissados em dar solução aos problemas sócio-econômicos do país que são graves. Silenciosamente, o eleitor brasileiro está dando o seu recado.






A revista Globo Rural, edição de julho de 2006, no Tome Nota Sebrae, faz menção do lançamento dos livros Tecnologia da Cachaça de Alambique, de autoria de Amazile Biagioni e Eduardo Campelo, e o livro O Mito da Cachaça Havana-Anísio Santiago, de autoria de Roberto C. M. Santiago, ocorrido na 9ª Expocachaça - BH, realizada em junho.


A trajetória de sucesso do Cruzeiro a partir de 1990 é simplesmente fantá
stica. Desde então conquistou títulos oficiais em todos os anos, exceto em 2005, que passou em branco. O Cruzeiro, ao lado do São Paulo, é um dos clubes mais vitoriosos do futebol brasileiro. Na minha humilde opinião, as razões do sucesso do time mineiro são: saneamento financeiro, gerenciamento moderno, estrutura de futebol moderna, marca Cruzeiro forte e uma fantástica torcida que cresce a cada ano. É uma verdadeira china azul.

O congestionamento no centro de Salinas é provocado, não só pelo aumento do fluxo de veículos ao longo dos últimos anos, mas, também, pelo traço urbanístico da cidade que é arcaico e ultrapassado. O fato é que a cidade cresceu de forma desordenada e, até o presente momento, nada foi feito em prol da cidade.
De qualquer forma, a prefeitura está de parabéns pela iniciativa. Salinas precisa pensar no seu futuro. Ao contrário do que muitos pensam, Salinas é dos mais prósperos municípios do Norte de Minas Gerais. É o sexto município em arrecacação de ICMS (em universo de cerca de 85 municípios) e o principal pólo nacional de produção de cachaça artesanal de qualidade, além de ter um comércio forte e atuante em toda a região.
Portanto, precisa dotar a cidade de melhor estrutura urbanística para dar melhor condição de vida aos seus cidadãos, atrair novos investimentos e melhor atender aos turistas que estão sempre visitando a cidade. Salinas merece.
E-mail: rcmsantiago@gmail.com

Foto: Mauro Holanda



A Justiça do Estado de Minas Gerais, através do juiz da Comarca de Salinas, concedeu em outubro de 2005, tutela antecipada à família Santiago, até julgamento do mérito, o direito de novamente usar o nome Havana no rótulo da cachaça Anísio Santiago, produzida em Salinas desde a década de 1940, pelo lendário produtor Anísio Santiago (1912-2002), agora pelos seus sucessores. O retorno da marca cachaça Havana vem resgatar um dos maiores patrimônios culturais da história da cachaça brasileira e mineira em face de sua tradição, notoriedade, fama e qualidade.